domingo, 13 de janeiro de 2019

[Resenha] O homem que fotografou Deus


Autor: Maciel Brognoli
Páginas: 28
Editora: Cia do e Book


Sinopse: Para José, de nada servia ser considerado um dos seres humanos mais inteligentes do planeta, se não fosse capaz de um ato extraordinário que marcasse a história da humanidade. Um dia, após sua pequena filha, Ana, perguntar “onde Deus mora?”, José ficou sem palavras diante da indagação, aparentemente simples. A pergunta que não pôde ser respondida com certeza absoluta mexeu com seu ego, e despertou nele o desejo juvenil, adormecido, de viajar pelo Universo.
Decidiu então que construiria uma Nave Espacial e partiria em viagem, somente para tentar encontrar Deus e tirar uma fotografia Dele para dar de presente à filha.


José, desde criança, já mostrava ser uma pessoa extremamente inteligente, totalmente precoce. Tanto que, aos 20 anos, foi apelidado de "O Jovem Gênio".

José era estudioso e buscava a resposta para tudo. Mas para ele, nada adiantava ser super inteligente e não fazer nada que marcasse a história da humanidade. Por tanto, ele vivia pensando em algo para desvendar alguns dos mistérios nunca antes resolvidos pelo homem.

Depois de anos passados, José, já com uma família construída, foi questionado por sua filha: "Papai, onde Deus mora?", e ele, pego de surpresa por aquela pergunta e sem saber responder, pois não gostava de dar respostas em que não tinha absoluta certeza, prometeu a garota que viajaria pelo Universo para saber se Deus existia ou não, e se existisse, traria uma foto dele para a garota.

Foi então, que José iniciou uma aventura, desbravando o Universo em busca de respostas.


O Homem que Fotografou Deus, foi uma surpresa muito positiva pra mim. Uma história genuina, leve, que nos prende do início ao fim. Um conto delicioso de ler e que nos traz algo além da discussão: "Existência de Deus", é muito mais sobre a fé do que sobre as crenças.

"Fé": essa é a principal essência da história criada por Maciel Brognoli, que aquece a alma, independente de crença e religião.

Só para ilustrar o que estou tentando demonstrar nesta resenha: eu, Nayara, não sou cristã e não acredito no Deus que criou tudo e todos (Ponto de vista pessoal, ok? Não entremos em discussão), porém O Homem que Fotografou Deus me tocou de uma forma gostosa, pois as vezes tentamos tanto buscar a resposta para algo, que acabamos não enxergando o que esta a nossa volta.


Eu recomendo a leitura de O Homem que Fotografou Deus para todos, independente do que você acredita, pois a moral da história vai muito além disso.

É uma leitura leve, instigante, muito bonita e rápida, li enquanto estava indo do trabalho para a casa, e é ótima para se fazer entre leituras mais densas. Além disso o livro é cheio de ilustrações, o que traz uma magia a mais para a história. Recomendo demais!
Você pode encontrar informações sobre o livro nos seguintes sites:


Mas me conte: Já ouviu falar do autor ou dos seus livros? Leria a história de O homem que fotografou Deus? Deixe seu comentário, vou amar saber o que você achou!

* Essa resenha faz parte do desafio DLL19 de Janeiro: um livro de sua escolha


Está rolando o aniversário de 5 anos do blog e você não pode perder os prêmios incríveis deste sorteio!

Para participar, clique aqui!


Até mais!

18 comentários:

  1. Ainda não conhecia o livro, mas gostei muito da premissa dele. Acho que essas perguntas sem respostas fazem partes da vida de todo ser humano e realmente, as vezes não percebemos a resposta bem em baixo de nossos olhos. Recomendação anotada, quero muito ler.

    Abraços.

    ResponderExcluir
  2. Você falou muito, a história ser muito mais sobre fé do que sobre crenças. Acredito que uma crença é mais o que colocam na nossa mente e ter fé é sobre o que mais acreditamos de verdade. Religião para mim é mais uma prisão mental mas ter fé é estar livre de tudo.

    ResponderExcluir
  3. Adorei sua resenha, é tão bom quando um livro prende a gente da primeira a ultima pagina ne? Eu gostei muito da proposta do livro, vou adquirir pra ler com minhas filhas, por ser uma leitura leve, é ideal pra um "momento leitura em família".

    ResponderExcluir
  4. Gostei da sua resenha, adoro livros que tem essa pegada e nos prende de maneira que no fim ficamos com reflexões. Beijos.

    ResponderExcluir
  5. Olá!

    Ainda não tinha conhecimento sobre esse livro, mas amei sua resenha, adoro livros que me envolva e e nos fazem pensar além de nos mesmo.

    ResponderExcluir
  6. Li uma resenha desse livro no blog da Bea e me deixou bastante instigada justamente porque em primeira impressão achamos que é uma obra totalmente religiosa, quando na verdade o intuito nao é esse ne? Espero poder ler em breve, tenho certeza que vai me fazer refletir bastante.

    ResponderExcluir
  7. Olá!
    Não conhecia esse livro mas achei a proposta tão interessante. Um enredo leve, mas com boas reflexões.
    Certamente me agradaria conhecer.
    Beijos!

    Camila de Moraes

    ResponderExcluir
  8. Oi Nayara, eu também não acredito em qualquer tipo de deus e sou uma critica voraz de toda e qualquer religião, por isso acho que mesmo com a sua indicação, eu não leria este livro porque sempre acho esse tipo de temática muito oportunista, uma vez que a fé é algo muito sério para a maioria das pessoas.
    essa dica vou deixar passar.
    beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá! Independente de qualquer coisa, temos que ser abertos as reflexões, afinal é isso que a leitura nos proporciona. Por mais que eu não acredite em um Deus que criou tudo e todos, eu me abri a essa leitura, pois me gera uma reflexão bem agradável. E no final, a mensagem não é religiosa, então falamos muitas vezes em "oportunismo", quando não nos abrimos a conhecer o que realmente é a mensagem por de trás.

      Excluir
  9. Olá, tudo bem Nayara?

    Eu acredito em Deus, independentemente da religão ou teorias cientifícas. Eu gostei da sua resenha, achei super interessante a premissa e deve ser uma boa leitura. Discordo sobre a colega acima que esse é um tema oportunista, é um tema gera reflexões e como uma suposta atéia pode falar em fé/crença se parte do princípio que não crê em Deus? Bela dica e devidamente anotada!
    Abraço!

    ResponderExcluir
  10. Até hoje ainda não conhecia esse livro. Mas parece ser uma ótima leitura, com uma ótima mensagem. No meu caso, não faz muito meu estilo, mas acredito que muitos outros vão adorar poder ler.

    ResponderExcluir
  11. Oi Nayara, fico feliz que um livro que aborda um assunto tão complexo tenha lhe encantado. Acho que independente das escolhas das pessoas, temos que aceitá-las, mesmo que não seja as mesmas escolhas que as nossas.

    Adorei a história do livro. Beijos

    ResponderExcluir
  12. Ahh, deve ser uma leitura bem rapidinha e leve mesmo. Adoro contos, mas não conhecia esse ainda. Achei o tema muito interessante e fiquei com vontade de conferir.
    beijos

    ResponderExcluir
  13. Assuntos religiosos costumam me deixar um pouco desconfortável (um lance pessoal que não vem ao caso) e por isso eu acho que fugiria da leitura. Mas o post foi interessantíssimo e o livro parece para quem gosta de histórias assim :D

    Bjus, Mirian

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá! A história não se trata de religião, por tanto independente do que vc acredita, não irá te deixar desconfortável, pois a mensagem é outra, como eu disse na resenha.

      Excluir
  14. Olá Nayara!!!
    Eu ando um tanto afastada acerca de determinadas crenças e apesar do livro ser muito fofo pelo que deu pra perceber quando o assunto são livros que remetem a religião normalmente não me arrisco muito.
    Mas o post foi muito fofo e trouxe até algo pra gente refletir.

    lereliterario.blogspot.com

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Olá, Antonia! O livro não remete a religião, é totalmente ao contrário. Como eu disse, independente de crenças e religiões, o livro fala de fé. Mostra como muitas vezes priorizamos o que não deve ser priorizado no momento, e por consequência, acabamos perdendo muita coisa.

      Excluir